Com problemas financeiros por causa da crise hídrica, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) estuda reajustar a conta de água acima da inflação. A correção anual está prevista para abril e precisa ser aprovada pela agência fiscalizadora, a Arsesp. A intenção, divulgada pelo jornal Folha de S.Paulo, ainda é incorporar definitivamente o sistema de bônus e de multa, que vigora em caráter temporário por causa da estiagem que comprometeu o estoque de água dos principais mananciais que abastecem a Grande São Paulo. Segundo apurou o Estado, o principal defensor da ideia, que prevê sobretaxar quem consome mais água e dar desconto para quem consome menos, é o secretário de Saneamento e Recursos Hídricos, Benedito Braga, que, antes de assumir o cargo, em janeiro deste ano, já defendia uma tarifa progressiva. Nesta segunda-feira, Braga estava em Paris, participando de congresso do Conselho Mundial da Água, que ele preside, e não comentou. A proposta, porém, ainda não é consensual no governo Geraldo Alckmin (PSDB), que ainda avalia sua viabilidade.
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