
À frente na produção de cachaças da fazenda Barra Grande e Santo Grau Itirapuã, o mestre alambiqueiro Maurílio Cristófani é a 5ª geração da família que tem a cultura cachaceira presente desde 1860.
As festas juninas acabaram, mas ainda tem julho inteiro para curtir as temperaturas mais amenas e arrasar com uma receita de quentão com cachaça Mato Dentro Prata, que leva na receita limão siciliano e laranja-baía, além das tradicionais especiarias.
Um dos clássicos da coquetelaria brasileira, o Bombeirinho ficou muito famoso nos anos de 1980 e a origem do nome deste drink tem duas versões: uma que dá créditos à sua cor vermelho vivo e outro faz referência ao sabor docinho – que supostamente ajudaria a ‘reanimar’.
Há evidências de produção de destilados de cana-de-açúcar que remetem a 500 a.C. em Taxila, um sítio arqueológico no Paquistão. Por tanto, podemos dizer que um dos primeiros destilados produzidos foi uma forma rudimentar de cachaça. No entanto, mais importante do que apontar a origem precisa da cachaça, está em explicar quais foram os fatores que levaram ao aumento de sua produção e ao ganho de expressão econômica e cultural.
Ao longo da história, encontramos diversos nomes para denominar a aguardente de cana produzida no Brasil. Entre eles: aguoa ardente (Bahia, 1622), agoardente (Bahia, 1643), aguardente da terra (1646), jeritiba (Bahia, 1689), geritiba (Luanda, Angola, 1688), pinga (1773), caninha (1867). Mas qual seria a origem do nome cachaça?
Copacesp Cooperativa dos Produtores de Cana, Aguardente, Açucar e Álcool do estado de São Paulo




